
Para o Davi.
Um amor que não para de crescer!
terça-feira, 6 de março de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Quase um ano...!
Podemos, sim, ser os protagonistas do maior milagre do mundo ao gerar uma vida, mas ela não nos pertence. Esse ser humano será construído por ele mesmo e seremos, apenas, coadjuvantes, orientadores e companheiros dessa obra ,mas não seus autores.
Temos a responsabilidade imensa de apresentar um caminho, oferecer oportunidades e principalmente nortear valores e princípios. Dar às crianças ferramentas para a construção. E, no processo maravilhoso que é a vida, oferecer, aos poucos, os materiais necessários e depois deixar que, a seu modo, criem, desenhem, inventem, realizem! Então, no lugar de facilitar entregando o resultado, eu diria que já é um enorme privilégio poder proporcionar as ferramentas.
(...) E a vida que é nossa é construída por nós! Cabem a imaginação e a criatividade, mas não a ilusão. Cabem os personagens e os heróis das historinhas, mas contadas por seres humanos reais. Cabe a verdade! A tristeza quando é tristeza, o fracasso quando é fracasso, o erro quando é erro, a alegria quando é alegria, porque a felicidade é um pacote dos experimentos de todos os sentimentos e só assim pode ser genuína.
Na felicidade, cabe a alegria dos bons momentos e também a resignação pela superação dos momentos ruins. Na felicidade, cabem a tolerância e o respeito.
Como criar uma pessoa tolerante se não ensinarmos a respeitar as diferenças, a aceitar os erros, encarar os fracassos, tentar outra vez?
Como preparar as crianças para as grandes perdas e dores, se não permitimos que experimentem as pequenas, do dia a dia?
(...) Amar é o presente que recebemos nesse milagre da vida. Educar é a responsabilidade que recebemos não como presente, porque não é nossa, mas como o milagre delicioso da convivência, do aprendizado, do exercício do amor.
É preciso deixar errar, deixar aprender. É preciso deixar sentir, deixar construir.
Deixar perceber que o que traz a felicidade não é ter tudo fácil e nem tudo sempre, mas saber que se é inteiro, mesmo que imperfeito, porque só desse jeito se é de verdade.
Luciana Belliboni
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Gentileza, where are you?
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Tive que ir trabalhar, filhote, senão não tem comida na mesa, né? Não pra você ainda, mas mamãe e papai já comem sólidos. :)

E o medo passou! Porque eu já entendi qual é o problema dessa sua mãe.
É que eu queria adiar o inevitável: eu vou deixar de ser a coisa mais importante do seu mundo. Enquanto, no meu, você sempre vai continuar o sendo.
Tô sendo (e vou sempre tentar ser) forte, porque o importante aqui não é meu coraçãozinho apertado, e sim o seu desenvolvimento perfeito, físico e emocional. E não tem como você crescer bem e feliz agarrado o dia todo nas pernas da mãe (infelizmente...)!
E no fim você ficou ótimo sem mim, é claro! Meu mocinho...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Você me olhando com esses seus olhinhos lindos, tão brilhantes... Parece que me enxergam por dentro.
Tão gostoso poder te confortar, te fazer rir, ser testemunha de como você cresce e muda a cada dia! Te curto muito, mas parece que não é suficiente... No dia seguinte você já tá diferente...
Um dia você vai ver como é gostoso ver cada etapa da vida concluída, como é legal e emocionante mudar de level. E do dia 4 de fevereiro pra cá, tudo, todos os âmbitos da minha vida foram modificados por você. Ainda bem! Tá tudo MUITO melhor, filhinho, obrigada!
E aí nesses devaneios me lembrei que não escrevi nada, nem uma anotaçãozinha, pra você. Essa vontade que eu adio desde dia 4 de fevereiro do ano passado... Amanhã faz um ano que você entrou na minha vida, filhote.
Desse dia, eu me lembro de cada segundo.
E o pior é que as coisas da gravidez já não estão mais tão fresquinhas na cabeça. Ai, que agonia! Não quero esquecer nada, nada que envolva você.
E não vou. E você vai crescer sabendo o quanto tudo foi e está sendo mágico. Prometo!